Nossa Igreja Católica Apostólica Romana tem um novo Papa... HABEMUS PAPAM
13/03/2013 por volta das 19h07 de Roma, às 15h07 do Brasil...
Em breve, saberemos quem é...
Este blog quer ser um lugar de reflexão e aprofundamento de nossa Fé!
quarta-feira, 13 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
Vamos conhecer um pouco mais: CONCLAVE
As respostas às perguntas a seguir são fornecidas pela Rádio Vaticano (www.radiovaticana.va) e Agência Zenit (www.zenit.org)
O que é um Conclave?
O Conclave, que vem do latim cum clave (fechado), foi instituído
apenas em 1271 pelo Papa Gregório X e a obrigação do voto secreto só
surgiu a partir de 1621. A obrigação do segredo dos Cardeais durante e
após o Conclave veio apenas com o papado de Pio X, e que incluía também a
obrigatoriedade da conservação da documentação em arquivos. Em 1922, um
Motu Próprio de Pio XI determinou a espera de 15 dias para iniciar o
Conclave, a fim de aguardar a chegada dos cardeais de todo o mundo. A
Constituição Apostólica Vacantis Apostolicae Sedis, de 8 de dezembro de
1945, do Papa Pio XII, determinou a maioria de 2/3 mais 1 dos votos dos
Cardeais. O Motu Próprio Summi Pontificis electio, de João XXIII teve
por objetivo uma simplificação do processo eleitoral. As listas das
votações deveriam ser conservadas em um arquivo e consultadas somente
com a autorização de um Papa. As anotações dos cardeais também deveriam
ser conservadas e não queimadas como no tempo de Pio XII e por fim,
deveriam ser queimadas somente as cédulas eleitorais.
Foi o Papa João Paulo II quem fixou que o Conclave deveria ser
realizado na Capela Sistina. Paulo VI dizia que ‘normalmente’ os
Conclaves deveriam ser ali realizados, enquanto que ao longo da
história, se dizia que o Conclave deveria ser realizado no local onde o
pontífice viesse a morrer. Conclaves foram realizados no Palácio
Quirinale, antiga residência dos Papas, em quatro oportunidades. Também
foi João Paulo II que definiu a Casa Santa Marta como local de acolhida
dos Cardeais durante o Conclave. João Paulo II também aboliu as formas
de eleição ‘por aclamação’ ou ‘por compromisso’, mantendo apenas a forma
‘por escrutínio’.
Como será o Conclave que vai eleger o sucessor de Bento XVI?
A Constituição ‘Universi Domini Gregis’ prevê um
tempo de espera para a chegada dos Cardeais a Roma. Como todos sabem que
em 28 de fevereiro a Santa Sé fica Vacante, não faz sentido esperar
todo este tempo para iniciar o Conclave, uma vez que todos os Cardeais
já podem ter chegado a Roma. Bento XVI estuda a possibilidade de
publicar um Motu Proprio nos próximos dias, obviamente antes da Sé
Vacante, para precisar alguns pontos particulares da Constituição
Apostólica sobre o Conclave que nos últimos anos foram apresentadas.
Bento XVI vai participar do Conclave para eleger seu sucessor?
Não. Bento XVI não vai participar do Conclave para eleger o seu sucessor e nem fará parte do Colégio Cardinalício.
Quem são os cardeais?
São os mais elevados assessores do Papa para os assuntos da Igreja.
Eles são nomeados pelo Papa em Consistório. O Cardeal Decano preside o
Colégio de Cardeais, e entre suas prerrogativas está a de perguntar ao
eleito, no Conclave, se ele aceita ou não a missão. Também é o Cardeal
Decano quem faz a consagração episcopal do papa eleito, caso este ainda
não o seja. O Cardeal Vigário é o único que representa o Papa no governo
da Diocese de Roma.
Em 1958, João XXIII excedeu o limite de 70 cardeais, e estabeleceu
que a todas as três ordens de cardeais (diácono, presbítero e bispo)
deve ser dada a dignidade episcopal.
De acordo com o Código de Direito Canônico (cân. 349) as funções do Colégio de Cardeais são essencialmente três:
- Eleição, de forma colegial, do Romano Pontífice;
- Aconselhar o Papa no Consistório em assuntos de maior importância;
- Ajudar os cardeais, como indivíduos, e ao Romano Pontífice no cuidado diário da Igreja universal. Somente cardeais ocupam os seguintes cargos ocupados na Cúria Romana: Presidente da Secretaria de Estado; membros das Congregações romanas e prefeitos; os membros do Conselho de Administração; Presidente da Prefeitura para os negócios econômicos; presidente da Penitenciaria Apostólica.
- Ajudar os cardeais, como indivíduos, e ao Romano Pontífice no cuidado diário da Igreja universal. Somente cardeais ocupam os seguintes cargos ocupados na Cúria Romana: Presidente da Secretaria de Estado; membros das Congregações romanas e prefeitos; os membros do Conselho de Administração; Presidente da Prefeitura para os negócios econômicos; presidente da Penitenciaria Apostólica.
A ação colegiada dos cardeais como conselheiros do Papa ocorre
principalmente no Consistório, que se reune sob a presidência deste. No
entanto, o Papa pode reunir os cardeais em sessão plenária, mesmo que
isso toma a forma do Consistório.
Quais as regras do funcionamento do Colégio de Cardeais?
O Colégio dos Cardeais é dividido em três ordens: a ordem episcopal,
que pertencem os Cardeais a quem o Romano Pontífice atribui o título de
uma Igreja suburbicária, e os Patriarcas orientais que são membros do
Colégio de Cardeais; a ordem de sacerdotes e a ordem diaconal, a quem é
atribuído o título de uma paróquia romana.
O Cardeal Decano tem o título da diocese de Óstia, juntamente com a
outra igreja de que era o título anterior. Por uma escolha feita em
Consistório e aprovada pelo Sumo Pontífice, os Cardeais da ordem
sacerdotal, respeitando a prioridade de ordem e promoção, podem se mover
para um outro título; os cardeais que tiverem permanecido na ordem
diaconal por uma década inteira, pode ser elevados à ordem presbiteral.
Quem pode ser cardeal?
Pelo Cânon 351, podem receber este título homens livremente
escolhidos pelo Romano Pontífice, que são, no mínimo, sacerdotes, com
excepcional conhecimento em doutrina, virtude, piedade e prudência em
questões práticas. Os que não são bispos devem receber a consagração
episcopal . Os cardeais são criados por um decreto do Papa.
Como funciona o Consistório?
Em um Consistório ordinário, todos os Cardeais são convocados, pelo
menos aqueles que estão em Roma para consulta sobre certos assuntos
graves. No caso de um Consistório extraordinário, quando é sugerido
pelas necessidades peculiares da Igreja ou o tratamento de assuntos
sérios, são convocados todos os cardeais.
Apenas um Consistório ordinário pode ser público, isto é, quando,
além dos Cardeais, são permitidos prelados, representantes da sociedade
civil e outros que são convidados.
Quantos cardeais votarão no Conclave?
Estão aptos a votar 117, dos quais 67 criados por Bento XVI. Também
os Cardeais que cumprirão 80 anos no mês de março (como Kasper e
Poletto) participarão do Conclave. O limite previsto, para o voto, é
para quem já atingiu esta idade até o primeiro dia da Sé Vacante.
Onde os cardeais eleitores ficarão acomodados?
Os cardeais eleitores ficarão alojados no Vaticano, na Domus Sanctae
Marthae, a partir de 1º de março. O Cardeal decano do Colégio
cardinalício é o Cardeal Angelo Sodano, que tem mais de 80 anos de
idade. A ele diz respeito todas as funções que as normas atribuem ao
decano até o momento em que os cardeais entram no Conclave. Após o
início do Conclave, quando estarão reunidos somente os bispos eleitores,
o decano passa a ser o Cardeal Giovanni Battista Re, baseado na sua
idade e por pertencer à ordem mais elevada dos bispos. (É o
cardeal-bispo mais idoso).
Porque apenas os cardeais votam no Conclave?
O Papa é chefe da Igreja Universal, mas também bispo de Roma. Em
função desta estreita ligação, cada Cardeal, independente do país de
origem, é titular de uma paróquia em Roma.
Quem pode alterar as regras do Conclave?
Somente um pontífice pode alterar as regras que regem um Conclave.
Bento XVI mudou as regras para a eleição de um Papa nas últimas semanas?
Não. Bento XVI não mudou recentemente as regras para a eleição de um
Papa. Em 2007, ele fez uma pequena alteração para mudar o sistema de
votação. Essa modificação de 2007 estabelece que é necessário uma
maioria de dois terços na votação realizada no Conclave. O resto das
normas vigentes continua a ser as da Constituição Apostólica Universi
Dominici Gregis.
Quantos Conclaves já foram realizados?
Este Conclave será o 75º Conclave da história.
Não. Segundo o padre Denilson, baseado em informações da Constituição Apostólica, para que nenhum segredo seja violado o camerlengo pode recorrer à perícia de dois técnicos que terão a obrigação de evitar que cardeais e demais funcionários da Santa Sé envolvidos no conclave entrem com meios de captação ou transmissão audiovisuais na Capela Sistina.
Mas e quem desrespeitar e conseguir “burlar” as normas da Santa Sé?
Deverá ser punido com a excomunhão, que é a expulsão do religioso da Igreja Católica.
Fora da Capela Sistina, os cardeais podem conversar entre si?
Sim. Eles podem conversar normalmente entre si durante os dias do conclave. Funcionários do Vaticano também terão acesso a eles. No entanto, não poderão falar nada do que se passa fora dos muros da Santa Sé ou ainda não podem jamais contar o que ouviram dos cardeais durante o período de trabalho, sob pena de excomunhão.
A quantidade de votos recebida pelo Papa será divulgada ao público?
Não. Apenas o Papa eleito e os cardeais que estiverem na Capela Sistina ficarão sabendo.
FONTES:
http://www.cnbb.org.br/site/cnbb/quem-somos/11430
http://www.deolhonocariri.com.br/?p=24960
![]() |
| http://papa.cancaonova.com/quanto-tempo-levou-os-ultimos-conclaves/ |
Na parte da manhã e na parte da tarde, são feitas as orações e a
celebração das sagradas funções ou preces que se acham indicadas no
mencionado “Ordo rituum Conclavis”. Em seguida, há os procedimentos para
as eleições. Podem votar e ser votados todos os cardeais com menos de
80 anos de idade. Os cardeais eleitores são obrigados a participar do
Conclave e são convocados pelo cardeal mais velho (Decano).
São feitas duas eleições por dia, uma de manhã e outra à tarde, e
será eleito o cardeal que, numa dessas eleições, obtiver 2/3 dos votos,
considerando presentes todos os cardeais. A eleição é secreta, cada
cardeal coloca em uma cédula o nome em quem deseja votar. Três cardeais
são escolhidos para fazer a contagem dos votos (os escrutinadores).
Conferem, após cada eleição, se o número de cédulas é igual ao de
cardeais presentes. Se algum deles for escolhido com 2/3 de votos,
estará eleito; se aceitar o cargo, então, é queimada uma fumaça branca
no incinerador da Capela Sistina. Se após a segunda eleição do dia não
houver ainda um eleito, então, queima-se uma fumaça negra que sai na
chaminé da Capela, na Praça de São Pedro. Após cada eleição as cédulas
são todas queimadas pelos escrutinadores.
Cada cardeal, ao colocar sua cédula na urna, diz estas palavras em
forma de juramento: “Invoco como testemunha Cristo Senhor, o qual me há
de julgar, que o meu voto é dado àquele que, segundo Deus, julgo deve
ser eleito”.
Se houver algum cardeal doente que não possa sair de seu quarto, a
urna é levada a ele, por três cardeais (os Infirmarii), para que possa
votar.
Caso os cardeais não elejam o novo Papa durante três dias de
votações, estas serão suspensas durante um dia para uma pausa de oração,
de livre colóquio entre os votantes e de uma breve exortação
espiritual, feita pelo primeiro dos cardeais da ordem dos cardeais
diáconos. Há cardeais de três ordens: diáconos, presbíteros e bispos. Em
seguida, recomeçam as votações. Se, após sete escrutínios, ainda não se
verificar a eleição, faz-se outra pausa de oração, de colóquio e de
exortação, feita pelo primeiro dos cardeais da ordem dos presbíteros.
Procede-se, depois, a uma outra eventual série de sete escrutínios. Se
ainda não se tiver obtido o resultado esperado, há uma nova pausa de
oração, de colóquio e de exortação, feita pelo primeiro dos cardeais da
Ordem dos Bispos. Em seguida, recomeçam as votações segundo a mesma
forma, as quais, se não for conseguida a eleição, serão sete. (n.74)
Se ainda as votações não tiverem êxito, os cardeais eleitores serão
convidados pelo Camerlengo a darem a sua opinião sobre o modo de
proceder, e proceder-se-á segundo aquilo que a maioria absoluta deles
tiver estabelecido. Todavia, não se poderá deixar de haver uma válida
eleição, ou com a maioria absoluta dos sufrágios ou votando somente os
dois nomes que, no escrutínio imediatamente anterior, obtiveram a maior
parte dos votos, exigindo-se, também nesta segunda hipótese, somente a
maioria absoluta.
Durante o Conclave, os cardeais ficam totalmente isolados do mundo,
não podendo usar os meios de comunicação (jornal, rádio, televisão,
celular, etc.), receber pessoas para visitas, etc. É terminantemente
proibido aos cardeais, antes e durante o Conclave, fazer acordo entre si
para a eleição de um deles, sob pena de excomunhão “latae sententiae”. O
artigo 80, além disso, castiga com excomunhão os cardeais que aceitarem
a proposta de uma autoridade civil de propor o veto contra algum
cardeal, como acontecia até 1904.
Após a eleição de um dos cardeais, o cardeal Decano pergunta ao
eleito: “Aceitas a tua eleição canônica para Sumo Pontífice?” E, uma vez
recebido o consenso, pergunta-lhe: “Como queres ser chamado?”. Então,
os cardeais eleitores aproximam-se para render homenagem e prestar
obediência ao neoeleito Sumo Pontífice. Depois disso, o primeiro dos
cardeais diáconos anuncia ao povo, que está à espera, a eleição
consumada e o nome do novo Pontífice: “Nuntio vobis gaudium magnum:
habemus Papam!” (“Anuncio-vos uma grande alegria: Temos um Papa”), o
qual, a seguir, dá a bênção apostólica Urbi et Orbi do pórtico da
Basílica do Vaticano.
No Conclave para escolha do sucessor de Bento XVI deverão estar
presentes 117 cardeais. O cardeal Camerlengo, que desempenha um papel
fundamental no período de vacância, é o cardeal Tarcisio Bertone,
nomeado pelo Papa Bento XVI em 4 de abril de 2007. Os cardeais eleitores
serão 61 europeus, 19 latino-americanos, 14 norte-americanos, 11
africanos, 11 asiáticos e 1 da Oceania. O país com o maior número de
cardeais, 21, é a Itália. 67 eleitores foram criados por Bento XVI, e os
restantes 50 por João Paulo II.
Professor Felipe Aquino
FONTE: http://papa.cancaonova.com/como-funciona-o-conclave/
![]() |
| http://noticias.terra.com.br/popinfografico/0,,OI222197-EI4832,00.html |
sexta-feira, 8 de março de 2013
Vamos conhecer um pouco mais o ANO DA FÉ!
1. O que é o Ano da Fé?
O Ano da Fé "é um convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo" (Porta Fidei, 6).
2. Quando se inicia e quando termina?
Iniciou-se em 11 de outubro de 2012 e terminará a 24 de novembro de 2013.
3. Por que nessas datas?
Em 11 de outubro coincidem dois aniversários: o aniversário de 50 anos da abertura do Concílio Vaticano II e o 20º aniversário da promulgação do Catecismo da Igreja Católica. O encerramento, em 24 de novembro, será a solenidade de Cristo Rei.
Tal ano foi instaurado pelo então Papa Bento XVI, através do Motu Próprio Porta Fidei. Abaixo alguns excertos deste escrito:
1. A PORTA DA FÉ (cf. Act 14, 27), que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar aquela porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. Este caminho tem início com o Baptismo (cf. Rm 6, 4), pelo qual podemos dirigir-nos a Deus com o nome de Pai, e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna, fruto da ressurreição do Senhor Jesus, que, com o dom do Espírito Santo, quis fazer participantes da sua própria glória quantos crêem n’Ele (cf. Jo 17, 22). Professar a fé na Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – equivale a crer num só Deus que é Amor (cf. 1 Jo 4, 8): o Pai, que na plenitude dos tempos enviou seu Filho para a nossa salvação; Jesus Cristo, que redimiu o mundo no mistério da sua morte e ressurreição; o Espírito Santo, que guia a Igreja através dos séculos enquanto aguarda o regresso glorioso do Senhor.
...o Ano da Fé é convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo. No mistério da sua morte e ressurreição, Deus revelou plenamente o Amor que salva e chama os homens à conversão de vida por meio da remissão dos pecados (cf. Act 5, 31). Para o apóstolo Paulo, este amor introduz o homem numa vida nova: «Pelo Baptismo fomos sepultados com Ele na morte, para que, tal como Cristo foi ressuscitado de entre os mortos pela glória do Pai, também nós caminhemos numa vida nova» (Rm 6, 4). Em virtude da fé, esta vida nova plasma toda a existência humana segundo a novidade radical da ressurreição. Na medida da sua livre disponibilidade, os pensamentos e os afectos, a mentalidade e o comportamento do homem vão sendo pouco a pouco purificados e transformados, ao longo de um itinerário jamais completamente terminado nesta vida. A «fé, que actua pelo amor» (Gl 5, 6), torna-se um novo critério de entendimento e de acção, que muda toda a vida do homem (cf. Rm 12, 2; Cl 3, 9-10; Ef 4, 20-29; 2 Cor 5, 17).
Em síntese podería-se dizer que:
1 – BATISMO: PORTA DE ENTRADA DA FÉ - O Batismo é a porta de entrada da fé para uma vida em comunhão com Deus em Igreja, quando o coração está aberto para receber a graça que transforma. É um caminho que dura a vida inteira até a morte para a vida eterna. Com o Batismo, se professa a fé na Trindade - crer na Trindade é crer no Deus de Amor (Pai, Filho e Espírito Santo).
2 – REDESCOBERTA DO CAMINHO DA FÉ – Em meio a profunda crise de fé que a sociedade está passando e a preocupação dos cristãos com coisas alheias (mundanas), quando deveriam preocupar-se com a própria fé, que é o pressuposto de sua vida diária, o Papa propõe que se redescubra o caminho da fé para fazer brilhar a alegria do encontro com Cristo.
3 – JESUS: PALAVRA ENCARNADA - Não se pode deixar que a fé morra, mas readquirir o hábito de alimentar-se com a Palavra de Deus e a Eucaristia, na Igreja, pois só Jesus Cristo satisfaz plenamente o coração do homem, só Ele é o caminho para a salvação.
4 – PROCLAMAÇÃO DO ANO DA FÉ - Em decorrência da necessidade da redescoberta da fé, o Papa decidiu proclamar o Ano da Fé, com início em 11.10.2012 (50 anos da abertura do Concílio Vaticano II e 20 anos do Catecismo da Igreja Católica) e término em 24.11.2013 (Solenidade do Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo), com o objetivo de ilustrar a todos os fiéis a força e a beleza da fé. A abertura do Ano da Fé vai coincidir com o Sínodo dos Bispos, cujo tema é “Nova Evangelização para a transmissão da fé cristã”. Já houve outra celebração do Ano da Fé, em 1967, pelo Papa Paulo VI, para comemorar o martírio dos apóstolos Pedro e Paulo.
5 – SUBSÍDIO PARA OS CRISTÃOS - A exemplo do Ano da Fé proclamado pelo Papa Paulo VI, este Ano, também, se faz necessário como subsídio para orientar os cristãos, bem como toda a Igreja, para o século que se inicia.
6 – A FÉ COMO RESPOSTA - O Ano da Fé é um convite para uma renovada conversão a Jesus Cristo, com o testemunho dos crentes e da Igreja, guiada e fortalecida pelo próprio Cristo, pois a fé é a resposta ao amor de Deus.
7 – A FÉ TORNA A PESSOA FECUNDA - Cristo chama o homem e este é atraído para Cristo, que o impele a evangelizar. Também, à Igreja, Cristo confia-lhe a missão de evangelizar que deve ser renovada continuamente a fim de que a mensagem seja transmitida com alegria, com convicção, com entusiasmo; a fé torna a pessoa fecunda.
8 – PROFISSÃO DO CREDO - O Papa convoca toda a Igreja para celebrar o Ano da Fé de forma digna e fecunda, para intensificar a reflexão sobre a fé, professar publicamente a profissão do Credo e revigorar a adesão ao Evangelho.
9 – LITURGIA E EUCARISTIA - Essa convocação é, também, para todos os crentes professarem a fé de maneira plena, convicta, confiante, sobretudo pelo testemunho de vida, inclusive professando o Credo em todos os momentos: ao se deitar, ao se alimentar, nas praças etc. Dessa maneira, a celebração da fé ajudará a redescobrir a importância da liturgia e, principalmente, a centralidade da Eucaristia.
10 – CONTEÚDOS DA FÉ - Há um percurso para se entender os conteúdos da fé: Primeiro, quando se professa com a boca, pressupõe-se que se creia, pois o coração é que dá esse indício do dom da fé em Deus e indica um testemunho e um compromisso. Portanto, o coração indica o ato pessoal e livre que acolhe o conteúdo da fé; a boca indica os conteúdos professados. O coração indica a dimensão pessoal, a boca a dimensão comunitária. A fé é uma decisão pessoal e um ato da liberdade que exige assumir com responsabilidade social aquilo em que se acredita. Segundo, o primeiro sujeito da fé é a Igreja. A profissão pessoal da fé se fundamenta na fé recebida, por meio do Batismo.
11 – IMPORTÂNCIA DO CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA - Trata da importância do Catecismo da Igreja Católica, um dos frutos mais valiosos do Concílio Vaticano II e norma segura para o ensino da fé, a serviço da comunidade eclesial. O centro do Catecismo é a Pessoa de Jesus Cristo. Nele sobressai a doutrina confiada à Igreja, bem como a profissão de fé, a liturgia, os sacramentos e a vida moral.
12 – FÉ E CIÊNCIA - O Catecismo é instrumento de apoio da fé para formação dos cristãos, inclusive para mostrar que não há qualquer conflito entre fé e ciência. A Congregação da Doutrina da Fé deverá emitir Nota com algumas indicações para viver o Ano da Fé.
13 – REVISÃO DE VIDA E TESTEMUNHOS DE FÉ - Para viver o Ano da Fé é necessário fazer uma revisão da própria história de vida, marcada pelo pecado, mas em busca da santidade. Cita as seguintes pessoas como exemplos de testemunhos fé: Maria e José, Apóstolos, discípulos, Mártires, homens e mulheres consagrados e leigos.
14 – TESTEMUNHO DE CARIDADE - O Ano da Fé será uma oportunidade para intensificar o testemunho da caridade, já que fé e caridade andam juntas, uma sustenta a outra. É a fé que permite reconhecer Jesus nos irmãos, estes são o próprio rosto de Cristo.
15 – NÃO SER FRACO NA FÉ - O Papa ressalta a importância de não se negligenciar e não se tornar indolente na fé, esta é companheira da vida, é sinal vivo da presença de Cristo Ressuscitado no mundo. Deve-se ser sinal de fé pelo testemunho (testemunho credível). O Papa deseja que este Ano torne mais firme a relação com Cristo Senhor, que se tenha certeza que Ele venceu o mal e a morte, que está no meio de todos e permanece na Igreja a quem foi confiado o depósito da fé. Finaliza o documento, dedicando o Ano da Fé à Nossa Senhora, que é “feliz porque acreditou”.
Fonte: Janete Gomes Seabra e Maria Auxiliadora Martins Melo
Brasília, 21 de julho de 2012.
Enfim, o Ano da Fé quer contribuir para uma conversão renovada ao Senhor Jesus e à redescoberta da fé, para que todos os membros da Igreja sejam testemunhas no mundo de hoje, capazes de indicar a "porta da fé" a tantas pessoas que estão em busca. Cada fiel deve viver, portanto, o Ano da Fé como uma oportunidade de renovação da graça para poder proclamar com alegria que, em Jesus Cristo, toda e qualquer pessoa humana encontra a sua dignidade, a sua verdadeira liberdade.
Por isso, o Papa Bento XVI nos alerta: “Que o Ano da Fé seja uma ocasião para intensificar o testemunho da caridade”, porque a fé sem caridade não dá fruto, e a caridade sem a fé seria um sentimento sujeito a dúvidas.
Assim nossa paróquia deseja que todos seus paroquianos possam vivenciar e celebrar este Ano da Fé, aproveitando para crescer no caminho da fé rumo a santidade que é nossa meta. A todos nosso abraço e que a chama da Fé esteja acesa em cada coração.
Texto editado por: Seminarista Marcos Eduardo Caliari
Texto editado por: Seminarista Marcos Eduardo Caliari
quinta-feira, 16 de junho de 2011
COMENTANDO SOBRE O ÍCONE DA TRINDADE

O ícone da Santíssima Trindade foi "escrito" pelo santo monge russo Andrej Rublev. Ele nasceu por volta de 1365 e morreu por volta de 1430.Rublev foi testemunha de um acontecimento importante na história do seu povo: a libertação do povo russo do domínio dos tártaros. Ele, através de São Sérgio - abade e pai espiritual - desenvolveu na Comunidade o amor pela Santíssima Trindade, o amor e os cuidados para com o mosteiro e a pátria.
São Sérgio tinha dedicado toda a sua vida à contemplação da Trindade. O ícone da Santíssima Trindade de Rublev expressa toda a mensagem de São Sérgio: a sua oração viva nos é apresentada em cores e luzes, e antes de tudo, a oração de Cristo de João 17,21: "... para que todos sejam uma coisa só. Como tu, Pai, estás em mim e eu em ti...".
Rublev consegue harmonizar perfeitamente a tradição da Igreja e o seu dom de artista colocado a disposição do povo de Deus, transmitindo a experiência da "luz divina". Antes de "escrever" o ícone ele contemplou o mistério do qual estava se ocupando com os olhos da Igreja.
EXPLICAÇÃO DO ÍCONE
“O ícone da Santíssima Trindade é um convite a sentar-se a mesa, a beber do cálice… Nada pode ser mais íntimo e comprometedor do que beber do sangue de Jesus. Esse é com certeza um convite de amigo pra amigo. No ícone, o espaço vazio da mesa é um convite aos que estão dispostos a se tornar participantes do sacrifício divino oferecendo a vida como testemunhas do amor. Só aquele que participa do sacrifício participa também da Salvação.
Na disposição dos “anjos celestes”, vemos da esquerda pra direita o Pai, com a túnica dourada, lembrando-nos sua realeza. Sua mão direita se ergue num sinal de benção ao o Filho (o do meio) e ao Espírito (o da direita) que estão totalmente voltados para o Pai numa posição de prontidão e obediência à Sua Vontade. A túnica do filho em grande parte é de cor escarlate, fazendo referência à Sua humanidade: Aquele que mais se revelou. O altar nos recorda o mundo, o lugar do sacrifício. O filho toca o altar com dois dedos - duas dimensões, a humana e a divina. O Espírito que também se revela, porém menos que o filho, toca o altar com apenas um dedo, apenas na dimensão divina.
A contemplação desse ícone é uma maneira de compreender mais profundamente os segredos e mistérios da vida divina, de estar no mundo sem, no entanto, pertencer a ele. É um convite à “casa do amor”, casa de onde viemos e para onde voltaremos…
“Quanto mais contemplamos essa imagem sagrada com os olhos da fé, mais nos damos conta de que é pintada não como uma decoração adorável para a igreja de um convento nem como explicação útil de uma doutrina difícil, mas como um lugar santo no qual podemos entrar e permanecer. Quando nos colocamos diante do ícone em oração, experimentamos um delicado convite a participar da conversa íntima que está ocorrendo entre os três anjos divinos e nos juntar a eles em volta da Mesa. Assim orar com esse ícone leva-nos ao mistério da auto-revelação de Deus, mistério que ultrapassa a história, mas é tornado visível por ela. Mistério divino, mas também humano. Mistério de júbilo, dor e glória que transcende todas as emoções humanas, mas não deixa de tocar nenhuma delas.” (Henri J. M. Nouwen, Contempla a face do Senhor – Orar com ícones)”
São Sérgio tinha dedicado toda a sua vida à contemplação da Trindade. O ícone da Santíssima Trindade de Rublev expressa toda a mensagem de São Sérgio: a sua oração viva nos é apresentada em cores e luzes, e antes de tudo, a oração de Cristo de João 17,21: "... para que todos sejam uma coisa só. Como tu, Pai, estás em mim e eu em ti...".
Rublev consegue harmonizar perfeitamente a tradição da Igreja e o seu dom de artista colocado a disposição do povo de Deus, transmitindo a experiência da "luz divina". Antes de "escrever" o ícone ele contemplou o mistério do qual estava se ocupando com os olhos da Igreja.
EXPLICAÇÃO DO ÍCONE
“O ícone da Santíssima Trindade é um convite a sentar-se a mesa, a beber do cálice… Nada pode ser mais íntimo e comprometedor do que beber do sangue de Jesus. Esse é com certeza um convite de amigo pra amigo. No ícone, o espaço vazio da mesa é um convite aos que estão dispostos a se tornar participantes do sacrifício divino oferecendo a vida como testemunhas do amor. Só aquele que participa do sacrifício participa também da Salvação.
Na disposição dos “anjos celestes”, vemos da esquerda pra direita o Pai, com a túnica dourada, lembrando-nos sua realeza. Sua mão direita se ergue num sinal de benção ao o Filho (o do meio) e ao Espírito (o da direita) que estão totalmente voltados para o Pai numa posição de prontidão e obediência à Sua Vontade. A túnica do filho em grande parte é de cor escarlate, fazendo referência à Sua humanidade: Aquele que mais se revelou. O altar nos recorda o mundo, o lugar do sacrifício. O filho toca o altar com dois dedos - duas dimensões, a humana e a divina. O Espírito que também se revela, porém menos que o filho, toca o altar com apenas um dedo, apenas na dimensão divina.
A contemplação desse ícone é uma maneira de compreender mais profundamente os segredos e mistérios da vida divina, de estar no mundo sem, no entanto, pertencer a ele. É um convite à “casa do amor”, casa de onde viemos e para onde voltaremos…
“Quanto mais contemplamos essa imagem sagrada com os olhos da fé, mais nos damos conta de que é pintada não como uma decoração adorável para a igreja de um convento nem como explicação útil de uma doutrina difícil, mas como um lugar santo no qual podemos entrar e permanecer. Quando nos colocamos diante do ícone em oração, experimentamos um delicado convite a participar da conversa íntima que está ocorrendo entre os três anjos divinos e nos juntar a eles em volta da Mesa. Assim orar com esse ícone leva-nos ao mistério da auto-revelação de Deus, mistério que ultrapassa a história, mas é tornado visível por ela. Mistério divino, mas também humano. Mistério de júbilo, dor e glória que transcende todas as emoções humanas, mas não deixa de tocar nenhuma delas.” (Henri J. M. Nouwen, Contempla a face do Senhor – Orar com ícones)”
(fonte: http://www.marista.org.br - autora: Lúcia L. P. Coelho)
FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE

ORAÇÃO À SANTÍSSIMA TRINDADE
(Beato João Paulo II)
(Beato João Paulo II)
Bendito sejas, Pai, que em vosso infinito amor nos tem dado a vosso Unigênito Filho, feito carne por obra do Espírito Santo no seio puríssimo da Virgem Maria, e nascido em Belém faz agora dois mil anos.
Ele se tinha feito nosso companheiro de viagem e tinha dado novo significado a historia que é um caminho feito juntos, no trabalho e no sofrimento, na fidelidade e no amor, até aqueles céus novos e até aquela terra nova, na que Tu, vencida a morte, serás tudo em todos.
Adoração e glória a Vos, Trindade e Santíssima, único e sumo Deus!
Faça Pai, que por tua graça o ano jubilar seja um tempo de conversão profunda e de alegre retorno a Vos; Concedei-nos que seja um tempo de reconciliação entre os homens e de redescobrir a concórdia entre as nações; tempo no que as lanças se troquem em rosas, e ao fragor das armas sucedam cantos de paz. Concedei-nos, Pai, viver o ano jubilar dóceis a voz do espírito, fiéis no seguimento de Cristo, assíduos na escuta da Palavra e na assiduidade as fontes da graça.
Adoração e glória a Vos, Trindade e Santíssima, único e sumo Deus!
Sustenta, Pai, com a força do espírito, o empenho da Igreja em favor da nova evangelização e guia nossos passos pelos caminhos do mundo para anunciar a Cristo com a vida, orientando nossa peregrinação terrena a Cidade da luz. Fazei Pai, que brilhem os discípulos de vosso Filho por seu amor fazia os pobres e oprimidos; que sejam solidários com os necessitados, e generosos nas obras de misericórdia, e indulgentes com os irmãos para obter eles mesmos de Vos indulgência e perdão.
Adoração e glória a Vos, Trindade e Santíssima, único e sumo Deus!
Fazei Pai, que os discípulos de vosso Filho, purificada a memória e reconhecidas as próprias culpas, sejam uma única coisa, de sorte que o mundo creia. Outorga que se dilate o diálogo entre os seguidores das grandes religiões, de sorte que todos os homens descubram a alegria de ser teus filhos. Fazei que a voz suplicante de Maria, mãe das gentes, se unam às vozes orantes dos apóstolos e dos mártires cristãos, dos justos de todo povo e de todo tempo, para que o ano Santo seja para todos e para a Igreja, motivo de renovada esperança e de júbilo no espírito.
Adoração e glória a Vos, Trindade e Santíssima, único e sumo Deus!
A Vós, Pai onipotente, origem do cosmos e do homem, por Cristo, o Vivente, Senhor do tempo e da historia, no espírito que santifica o universo, a Adoração, a honra, a glória, hoje e nos séculos sem fim. Amém!
Ele se tinha feito nosso companheiro de viagem e tinha dado novo significado a historia que é um caminho feito juntos, no trabalho e no sofrimento, na fidelidade e no amor, até aqueles céus novos e até aquela terra nova, na que Tu, vencida a morte, serás tudo em todos.
Adoração e glória a Vos, Trindade e Santíssima, único e sumo Deus!
Faça Pai, que por tua graça o ano jubilar seja um tempo de conversão profunda e de alegre retorno a Vos; Concedei-nos que seja um tempo de reconciliação entre os homens e de redescobrir a concórdia entre as nações; tempo no que as lanças se troquem em rosas, e ao fragor das armas sucedam cantos de paz. Concedei-nos, Pai, viver o ano jubilar dóceis a voz do espírito, fiéis no seguimento de Cristo, assíduos na escuta da Palavra e na assiduidade as fontes da graça.
Adoração e glória a Vos, Trindade e Santíssima, único e sumo Deus!
Sustenta, Pai, com a força do espírito, o empenho da Igreja em favor da nova evangelização e guia nossos passos pelos caminhos do mundo para anunciar a Cristo com a vida, orientando nossa peregrinação terrena a Cidade da luz. Fazei Pai, que brilhem os discípulos de vosso Filho por seu amor fazia os pobres e oprimidos; que sejam solidários com os necessitados, e generosos nas obras de misericórdia, e indulgentes com os irmãos para obter eles mesmos de Vos indulgência e perdão.
Adoração e glória a Vos, Trindade e Santíssima, único e sumo Deus!
Fazei Pai, que os discípulos de vosso Filho, purificada a memória e reconhecidas as próprias culpas, sejam uma única coisa, de sorte que o mundo creia. Outorga que se dilate o diálogo entre os seguidores das grandes religiões, de sorte que todos os homens descubram a alegria de ser teus filhos. Fazei que a voz suplicante de Maria, mãe das gentes, se unam às vozes orantes dos apóstolos e dos mártires cristãos, dos justos de todo povo e de todo tempo, para que o ano Santo seja para todos e para a Igreja, motivo de renovada esperança e de júbilo no espírito.
Adoração e glória a Vos, Trindade e Santíssima, único e sumo Deus!
A Vós, Pai onipotente, origem do cosmos e do homem, por Cristo, o Vivente, Senhor do tempo e da historia, no espírito que santifica o universo, a Adoração, a honra, a glória, hoje e nos séculos sem fim. Amém!
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